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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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ONDAS DE CALOR DEVERÃO ACONTECER A CADA DOIS ANOS DEPOIS DE 2030

Mäyjo, 28.11.15

Ondas de calor deverão acontecer a cada dois anos depois de 2030

Os verões tórridos na Europa – tal como o de 2003, que reclamou 70.000 mil vidas – vão tornar-se uma ocorrência frequente dentro das duas próximas décadas e “normais” no final do século. A conclusão é de um novo relatório do Gabinete Meteorológico britânico.

O novo modelo climático, publicado na Nature Climate Change esta segunda-feira, prevê um aumento dramático na probabilidade de ocorrência de padrões meteorológicos extremamente quentes na Europa Central e na região do Mediterrâneo, caso as emissões de gases com efeito de estufa continuarem ao ritmo actual.

“Verões extremamente quentes que ocorriam duas vezes por século, no início dos anos 2000, devem acontecer agora duas vezes por década”, indica Nikos Christidis, um dos autores do estudo, cita o Guardian. “As probabilidades de ondas de calor tão extremas com as vistas em 2003 aumentaram de uma em 1.000 anos para uma em 100 anos e espera-se que ocorram a cada dois anos a partir da década de 2030 ou 2040, caso as emissões de gases continuem”, explica o investigador.

Tal como o verão quente de 2003 na Europa, foram também registadas onda de calor severas em Moscovo, em 2010, no Texas, em 2011 e na Austrália, no verão de 2012.

Entre o último relatório do Gabinete Meteorológico, publicado em 2004, sobre alterações climáticas na década de 1990, e o agora recentemente publicado sobre o período entre 2003 e 2012, as temperaturas na Europa Central e na região do Mediterrâneo aumentaram 0,81 graus Celsius.

De acordo com padrões climáticos projectados, “o senário normal” para 2100 será com verões seis graus Celsius mais quentes para toda a Europa.

Foto:  Nigel Musgrove / Creative Commons

Calor extremo na Austrália mata 100 mil morcegos

Mäyjo, 21.01.14

Calor extremo na Austrália mata 100 mil morcegos

 

Enquanto os Estados Unidos atravessam uma vaga de temperaturas gélidas, devido ao vórtex polar, do outro lado do mundo a Austrália atravessa uma vaga de calor extremo, que está a dizimar as colónias de morcegos.

O cenário poderia ser um filme de Alfred Hitchock, mas não é. Segundo as autoridades australianas, a vaga de calor, que já atingiu temperaturas de 50º Celsius, já matou cerca de 100 mil morcegos, assim como outras espécies de animais.

“´E uma forma horrível e cruel de morrer”, afirma Louise Sanders, presidente do Bat Conservation & Rescue Queensland, cita o Telegraph. “Temperaturas acima dos 43 graus e eles caem dos céus. Estamos a recolher os que não estão a conseguir aguentar e a eutanasiar de forma humana os que podemos”, explica Sanders.

Devido às mortes em elevado número, os animais que literalmente caem do céu vão-se amontoando em propriedades privadas e espaços públicos. Porém, as autoridades já alertaram os cidadãos para não tocar nos animais, já que alguns podem ainda não estar mortos e podem morder, refere o Inhabitat.

Até agora, 16 pessoas que tentavam limpar os quintais dos restos mortais dos animais foram mordidas e tiveram de receber tratamento antiviral, para que não fiquem contagiados com uma espécie de vírus de que os morcegos australianos são portadores.

 

in: Green Savers